sexta-feira, 29 de maio de 2009


É interessante o quanto procuramos por inspiração, no meu caso, principalmente na hora de escrever. Já me falaram pra escrever sobre outras coisas além de sentimentos, emoções, vontades e desejos, mas confesso que são esses os itens que me dão água na boca na hora de criar algum texto.
Quando estou triste escrevo sobre o que me faz triste. Quando ao contrário, falo sobre a felicidade, a alegria. Quando os dois se misturam, às vezes me perco. Hoje me deu vontade de escrever. Sobre o que? Ah, são tantas coisas que na maioria das vezes não consigo sequer formular uma frase, fica tudo junto e misturado na minha cabeça!
Ontem me deparei com um sentimento ruim e logo depois com um sentimento bom, daí vem a confusão. Nenhum prevaleceu. Só a mistureba aqui na minha mente. Hoje, sensações boas e que ao mesmo tempo não queria sentir, pelo medo de dar errado. Daí vem a insegurança de não conseguir colocar as idéias e os sentimentos no papel, também. Medo esse de que alguém leia e não goste, não aprove, ache infantil, sem conteúdo.
Não que me importe com o que os outros pensem ou deixem de pensar. Mas há muita gente que escreve bem, que tem conteúdo “completo”, intelectuais do momento, anônimos, que fazem um “baita” texto. Queria que eles lessem o meu blog também.
Por falar nisso, que blog é esse? Nem sei usar. Alguém me ensina? Queria mais comentários, mais visitas, mais seguidores. Queria também mudar o layout dele. Alguém por favor que se habilita a me ajudar?!
Bem, você vê a confusão que eu faço?! O que é isso?! Começo falando de uma coisa, depois já falo de outra! Ora, que texto é esse?
Bem, vou tentar voltar ao assunto inicial. Confusão de idéias. “Misturança”, às vezes acho que sou assim com tudo! Hoje é mais um dia. Amanhã quem sabe saia algo mais completo e coerente. Mas o que é coerente? Você pode gostar ou pode odiar. “Ame ou me odeie, mas não deixe de pensar em mim, falar de mim!”: é isso que dizem por aí...
Tá, vou parar, não consigo mais, na minha cabeça agora só tenho um ponto enorme de interrogação... volto em outro momento e quando voltar, espero que consiga mais seguidores e comentários, neste que ainda é um esboço das minhas criações...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Boba apaixonada!


Estar apaixonada deixa a gente boba né? Que coisa, hoje sou uma boba!
Será que são duas palavras sinônimas?! Vou recorrer ao Aurélio! Exigir que as inclua no dicionário como sinônimas! Eu sou boba. Porque sou apaixonada. Na verdade sou e estou apaixonada. Sou e estou boba?!
Sou apaixonada pelo meu trabalho, minha profissão, meus amigos, minha família, por felinos, fotografia e viagens (entre outras coisas é claro). E estou apaixonada por alguém que me deixa cheia de frio na barriga, com vontade de estar toda hora por perto, sentindo o cheiro, o abraço, o carinho, dando beijos intermináveis.
Ah que coisa boa e ruim ao mesmo tempo. Primeiro porque a paixão tem seu tempo, segundo porque não sei se há reciprocidade, terceiro porque tenho medo, muito medo de mais uma vez dar errado. Mas se a gente pensar assim, não podemos nos apaixonar mais, não é mesmo?
Há quem acredite que para tudo há começo, meio e fim. Acredito que não há um fim para tudo, mas que tudo tem começo sim, e o meio só existe se existir fim. Ai meu Deus! Como complico as coisas. E é assim que meu coração fica: confuso, complicado!
Mas quero falar desse lance de ser boba, ou apaixonada, o que você preferir. Até porque nem todo apaixonado é bobo. Mas no meu caso é no bom sentido. Porque quando me apaixono me entrego, principalmente se há uma relação.
Mas antes de sentir esse tipo de paixão, tive várias paixões platônicas, que se intercalaram com essas que a pessoa faz de conta que não sabe que você está apaixonada por ela (no meu caso ele!), mas sabe!
A primeira eu estava no primário, ainda lembro do menino que eu “gostava”, o nome dele era Tiago e ele era loiro de olhos azuis (detesto hoje em dia loiros, eca!). Depois, na época do colégio teve vários, em sua maioria morenos e até cabeludos! Na faculdade eu fui apaixonada por um amigo de sala, que nem sonha que fui apaixonada por ele e até hoje mantemos contato. Com esse nunca tive chance!
Agora to boba de novo. Mas eu estava esperando por isso, desejando sentir isso novamente. É bom, é ruim, mas esse ruim é bom, porque esse ruim que to vivendo é o de você estar na descoberta, conhecendo, sentindo se vai dar ou não certo. É a dúvida. É tentar saber se você esta ou não agindo certo. Se você está indo com muita sede ao pote ou não. Entende? Isso é o que gera esse desejo, esse frio na barriga, essas borboletas que não param de voar no estômago nem quando você está dormindo. Porque quando você dorme, acaba sonhando com essa paixão. Ah delícia!
Caramba! Eu falo demais né?! E se ele ler isso aqui? Vai saber que é dele que eu estou falando, até porque não há mais ninguém nesse momento. Me entreguei de cabeça. Aff! Medo, medo, medo! Quer saber? Sou assim, se ele se apaixonar por mim, será porque sou assim, vai gostar do jeito que sou, com minhas qualidades, meus defeitos, meu bafão de manhã, minha gororoba que preparo pro jantar! A vida é assim mesmo, cheia de riscos pra correr, e esse é mais um pra ser vivido!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Razão & Emoção...


É difícil como olhar um pedaço de bolo de chocolate e não querer comê-lo. É difícil como enfrentar o calor e não poder mergulhar no mar. É tão complicado que não sei o que pensar, o que falar o que fazer. Simplesmente tinha nas mãos e agora não tenho mais. Não saber como recuperar, correr atrás, tentar de novo, é como tirar-lhe o chão. Não conseguir respirar, não conseguir engolir, que sensação ruim, desesperadora.
Uns dizem que é fácil, logo passa, tudo se resolve e o tempo é o senhor da razão. Mas quem é o senhor da emoção?
Preciso saber? A razão diz o que devo fazer, o que devo seguir, mas a emoção fala tudo ao contrário. Parecem aqueles desenhos animados que tem um anjinho aconselhando de um lado e o diabinho alfinetando de outro.
Ah o senhor da emoção, será ele o coração? Impossível saber, impossível tentar entendê-lo. Meu coração ta aflito, bate muito forte, parece que quer sair pela boa. Não sabe que caminho seguir. Minha razão ao contrário, está tranqüila, em paz, quer ir descansar porque amanhã há de ser outro dia.
Tento, tento, insisto colocar as duas numa balança, não consigo! Mais uma vez, isso se torna repetitivo...
Um dia descubro, ou quem sabe amanhã nem pense mais nesse mal que me aflige hoje. Vou tentar ir dormir, colocar a cabeça no travesseiro e descansar no infinito dos meus sonhos e amanhã acordar ao lado delas outra vez, e em mais um dia de competição: a razão, versus, emoção!